junho 09, 2011

A U T O C R I A Ç Ã O


Divisão interior.
Cisão esquizóide.
Que ao tocar-se, dói
ao tocar, se dói.

Atravessar a experiência
da divisão
pelo buraco negro do Universo
simétrico
na esperança de sair inteiro,
de ser de novo Um.

Aceitar a experiência
crística
de retorno ao Todo
atravessando a morte.

Aceitar o não ser mais
para Ser de novo.
Dualidade do ser e do não ser.
Dualidade do ser e do Ser.

Processo a fazer-se
por dentro
enquanto se vive.

Processo a fazer-se
na morte
(se morrer se souber...)

Autocriação. Cura.

Entender
aceitar a morte vivendo,
é viver.
O resto...
é viver morrendo.

Carminda Proença                 
13,30h, 27 de junho de 1990

VIAGEM AO CENTRO DE MIM


"A busca de quem somos na distância de nós"
                          Fernando Pessoa

   Eu fiz uma viagem
   no interior de mim
   e encontrei-me em ti.

   Procurei conhecer-me
   na distância de mim
   e descobri-me em ti.

   No regresso, conheci-me outra.
   E, pela primeira vez,
   gostei de mim.

   Eu fiz uma viagem
   na distância de mim,
   e inteira fiquei
   na memória que de mim encontrei.
                                   
     Carminda Proença        
     lisboa, 8 e 28 de fevereiro de 1990

A B E R T U R A

O paraíso?   É aqui.
O fogo? Quase se vê...
Ouve-se na caldeira fervente.
É fim e é princípio
de toda a vida,
o magma incandescente.

Força telúrica, temível,
contida nesta beleza
que a cobre.
Sabe-se que existe
mas quase se esquece
e mal se sente...

                          Carminda Proença
                          furnas, açores.
                          agosto de 89.

maio 10, 2011

ENFRENTAMOS O ADAMASTOR !

Um punhado de homens numa minúscula caravela…
Ambiciosos? Bravos? Sonhadores? Um pouco disso tudo.
E conseguimos. Fomos mais além e sobrevivemos. Fizemos erros. Acrescentámos bem ao mundo. Descarrilámos. Aprendemos um pouco mais. Não tudo o que precisamos ainda, hélas!
Aqui e agora a lição do Adamastor é a Dona Branca do capital global operando a

abril 15, 2011

2012 não é o fim do mundo, é o começo de uma nova era


O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel,  Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 graus de Touro - , e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, de Aquário, etc).
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um

abril 14, 2011

Consciência separativa versus Consciência unitiva

Artigo publicado na revista Cadernos de Filosofia Extravagante, nº 5 - Março de 2015

  A passagem da consciência separativa para a consciência unitiva sempre foi um importante desafio evolutivo da humanidade e parece agora mais do que nunca estar a generalizar-se de forma muito rápida.
  Ao longo da existência humana esse progresso, essa passagem, essa abertura da consciência à realidade una da criação foi sempre sublinhada por aqueles que eram reconhecidos como seres de excepção, iluminados, santos, mestres, gurus.
  Neste espaço tempo particular que é o planeta Terra no conjunto do universo, neste aqui agora da caminhada colectiva da humanidade, essa nova expansão da consciência - em direcção ao ponto ómega, como lhe chamou Teillard de Chardin - aparece cada vez mais evidente pela

Carta Aberta de Uma Mulher Portuguesa

  Mais do que nunca como agora a humanidade está a tomar consciência de que ou se une fraternamente na essência da sua verdadeira condição de irmandade ou caminhará para a destruição.
É uma escolha urgente e abrangente de cada pessoa, cada grupo, cada nação, cada continente, Todos Nós. É a maré cada vez mais visível deste Agora Humano e quem contra ela resistir será levado nas águas deste global tsunami evolutivo.
Não há mais lugar para poderes ao serviço de uns em detrimento de outros. O desafio colectivo agora é

abril 03, 2011

THE TWELFTH INSIGHT - The Hour of Decision by James Redfield

Resumo do ultimo livro da série Profecia Celestina que trata da Expansão da Consciência pela INTEGRAÇÂO dos Olhares (Insights)

1º Insight - INTEGRAÇÃO: Sincronicidades
Sustentar o fluxo sincronístico mantendo presente a expectativa de que as Sincronicidades aconteçam.

2º Insight - INTEGRAÇÃO: Conversas Conscientes
Dizer a Verdade aos outros sobre a nossa busca espiritual sem manipulações nem mentiras.
Encontrar Verdades mais abrangentes através de Conversas Conscientes, mesmo em partilhas discordantes e difíceis.
Empenharmo-nos em estar ao Serviço.

março 30, 2011

"Sheikh Sarrazi Chega do Deserto" - Rumi, in "A Alma de Rumi" (no original:
THE SOUL OF RUMI, tr. Coleman Barks - New York: HarperCollins, 2001 - pp.
247-48.)

Há alimentos como
o pão que alimenta uma parte
da nossa vida e alimentos como a luz para a outra.
Há muitas regras sobre a frugalidade
com os primeiros,
mas apenas uma regra sobre os segundos:
nunca te dês por satisfeito.
Come e bebe da substância da alma,
tal como faz o pavio com o azeite que puxa para cima:
Dá luz a toda a comitiva.

(Tradução de Rui G. Souto)

janeiro 06, 2011

Sobre o amor

Pela primeira vez não concordo com o pensamento do dia de Omraam Mikhaël Aïvanhov (1) pois acredito que amar é também aceitar todos os "lixos" acumulados por baixo dos tapetes e nas caves de ser, com total noção (awareness) de que Todos Nós os temos.
Amarmo-nos e amar os outros é estar próximo mesmo na distancia de espaço e tempo, apesar e com tudo o que somos. Pois o amor não tem espaço nem tempo nem limites nem julgamentos nem "ses", nem expectativas...
É eterno, incondicional, total, compassivo. Oferece-se a quem a Ele se abre e O acolhe.
Á medida que cresce em nós vai ocupando todos os recantos do nosso ser... e nada mais nos faltando, mesmo assim, continuaremos a amar porque Ele simplesmente flui entre nós.
E os "lixos"? - perguntaremos. Mesmo continuando a existir, inerentes que são à densidade corporal da condição humana, tornar-se-ão claros à nossa consciência como forças básicas que ajudam a lidar com os assuntos da materialidade. Assim integrados na nossa condição de “seres amantes” deixarão no entanto de assumir o controlo das nossas acções ao serviço do ego.
A imagem da fonte que corre, essa sim, é linda e representa bem na nossa imaginação o fluir de amor. Por isso a destaquei com um espaço do resto do texto.
Carminda Proença

(1) Pensamento de 5ª feira 6 de Janeiro de 2011 Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com
"Guardai preciosamente na vossa alma a imagem de uma fonte a
correr, para nunca deixardes secar em vós a fonte da vida. E,
para fazer correr a fonte, é preciso amar. Evidentemente, vós
direis que amais e que toda a gente ama. Sim, mas que amor é
esse? Um amor que vos faz sofrer.
Aquele que possui a ciência do verdadeiro amor está
continuamente inspirado, dilatado, vive na poesia, na beleza,
porque aprendeu a amar todas as criaturas humanas.

Mas ama-as de longe, pois sabe que, se se aproximar muito, ficará desiludido,
e, como não quer ficar desiludido, mantém as distâncias; então,
quer essas criaturas manifestem bondade, generosidade,
fidelidade, quer não, ele vive maravilhado. Por isso, a todos os
que se queixam de ter ficado desiludidos com aqueles que amam,
podemos responder: «A culpa é sua, você quis aproximar-se
demasiado e, evidentemente, o que viu não é famoso: caves com
mofo e teias de aranha, pântanos, terrenos cobertos de silvas e
espinhos... Era fatal você ficar desiludido.» Portanto, é isto:
se se quiser continuar a amar os homens e as mulheres e a ficar
maravilhado com eles, há que contemplá-los um pouco de longe."

The Power of Love

https://www.youtube.com/watch?v=S2rB38XIRz8

dezembro 05, 2010

O Desafio do Agora

A evolução não pára.
Cada Agora no Tempo e no Espaço traz à consciência humana um novo desafio. De crescimento. De expansão. De ascensão da sombra da não memória para a iluminação da consciência do ser. De transmutação da densidade que acumulámos na densificação progressiva do processo evolutivo, a caminho de uma nova transparência de luz cristalina.
É um trabalho alquímico do sentir da matéria para o sentir da energia, feito através

novembro 08, 2010

How to physically experience God's Divine Love

A Coluna de Luz da Presença Divina

Mantra LAYOOESH SHEKINAH (Leyoéch Checáina) (A Coluna de Luz da Presença Divina)

”O mantra Layooesh Shekinah é um pilar de luz protector e a luz guia do espírito. Emana do ofício de Shekinah e dos conselhos de luz.
Quando oramos pela luz da sabedoria, através do pilar de luz, todas as coisas que têm trabalhado contra a vestimenta do Espírito no reino da escuridão são superadas. O mantra Layooesh Shekinah dissolve todas aquelas coisas que têm trabalhado contra a linguagem do Espírito Santo e contra os 72 Nomes do Pai. O mantra Layooesh Shekinah age como um código que energiza os outros Pilares sustentadores da Árvore da Vida. O mantra Layooesh Shekinah energiza o poder de ascensão e descida da Divina Presença como o veículo usado para a intervenção e libertação Divina, quando ancorado como uma escada de luz com os Santos da Terra. O mantra Layooesh Shekinah é a ativação dos Portais de Luz e o código para o Êxodo superior - entre os mundos.” http://holistico.multiply.com/journal/item/327/

Quem sou eu?

"Será que quem diz «Eu...» sabe sempre, verdadeiramente, a quem se
refere? Quando diz «Eu estou... (doente ou com saúde, feliz ou
infeliz), eu quero... (dinheiro, um carro, uma mulher), eu
tenho... (determinado desejo, determinado gosto, determinada
opinião)», essa pessoa crê que se trata realmente dela, e é
precisamente aí que se engana.

janeiro 13, 2010

Experimente você mesmo!

Sinta-se Harry Potter e crie a sua poção mágica em realidade aumentada!

REALIDADE AUMENTADA: Investigação de ponta que expande o conceito de realidade e consciência dela

Lê-se em wikipedia uma pequena explicação do que se vêm designando por REALIDADE AUMENTADA:
"Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

julho 12, 2009

A Baía de Sesimbra e a Pedra Alta




Fotos e poema: Carminda H. Proença



“P E D R A    A L T A” (1)


Na praia
sentada na Pedra Alta
perguntei ao meu corpo:

"o que é que em mim é Terra?"
...Senti meu peso
na dureza da rocha fria
e minha própria solidez
ao tocá-la...

"O que é que em mim é Água?"
O barulho exaltado
duma emoção ondulada
a quietude tranquila
dum silencioso marulhar,
no interior de mim senti...

"O que é que em mim é Ar?"
Por cima da minha cabeça
vi meu pensamento partir,
turbilhar...
Senti na brisa leve e fresca
longínquas mensagens
acariciando minha pele
em íntimo diálogo...

Finalmente perguntei
ao meu corpo
(ansiosa por senti-lo):

"O que é que em mim é Fogo?"
Um suave incêndio
de pronto flamejou
e ao calor do sol
numa tocha ardente
toda me tornei...

"De onde vem tanta força?
Tanto poder?" Perguntei.

Por trás das pálpebras cerradas
tudo, de repente, se ilumina!
E do centro de mim
-cadinho alquímico-
é meu coração
quem responde...
"Da substância prima
do solvente Universal
do Caos que tudo cria...
...o Amor..."

(1) Poema recebido em 21 de Julho de 1993 sentada numa rocha da Praia de Sesimbra em dia de Sol quente, rocha que mais tarde soube ser chamada de “Pedra Alta” por nunca ser coberta de areia e onde se diz ter aparecido uma estátua do Senhor Jesus das Chagas, atual padroeiro de Sesimbra.


Eis a lenda (do blog  http://btrp.blogs.sapo.pt/2614.html):

"Senhor Das Chagas:

No séc. XVI houve uma revolta contra a igreja católica. Nessa altura a rainha mandou encaixotar todas as imagens que estavam nas igrejas e deitá-las ao mar.
Arrastados pelas correntes os caixotes foram levados mar fora e foram ter aos sítios mais diversos. Um deles veio ter à praia de Sesimbra.
Estavam alguns pescadores à beira mar quando viram aquele caixote a boiar junto à pedra que fica do lado nascente da fortaleza.
Trouxeram-no para a praia, abriram-no e viram uma imagem de Jesus Cristo e Ficaram muito admirados sem saberem o que fazer com ela.
Pensaram um pouco e trouxeram-no para o terreiro da Misericórdia, onde hoje em dia é o jardim, mas não tinham sítio onde o colocar. A imagem não ia ficar no chão, nem à chuva nem ao vento, por isso resolveram levantar uma tenda e fingir que aquilo era uma pequena capela, pois um dia far-se-ia uma a sério.
Todos repararam que faltava um braço à imagem, mas também sabiam que no caixote não estava. E a imagem continuou assim na pequena capela improvisada onde toda a gente ia venerá-la. Ora era costume, e ainda hoje há quem o faça, ir à praia buscar lenha para levarem para a lareira. Naquele dia, uma velhinha apanhava uns pequenos troncos na praia. Ao chegar a casa colocou os troncos no braseiro e sentou-se ali ao pé para se aquecer.
Começou a reparar que toda a madeira ardia menos aquele tronco mais grosso. A ele nem o lume chegava perto.
Intrigada pegou nele e mirou-o com atenção. Viu, então, que aquele pedaço de madeira tinha a forma de um braço.
Correu até à capela, mostrou-o ao padre e concluíram que aquele tronco especial era realmente o braço da imagem do Senhor Jesus.
Todos gritaram “milagre”, prometeram fazer todos os anos uma festa em honra do Senhor e mandaram edificar a capela da Misericórdia onde fizeram um altar para colocar a imagem do Senhor Jesus das Chagas
Todos os anos no dia 4 de Maio faz-se uma procissão que atravessa as ruas da vila de Sesimbra e que no largo da Marinha abençoa o mar para que este nunca falte com o peixe que era, até há poucos ano, o principal sustento das gentes de Sesimbra.»

A b e r t u r a

POEMA escrito nos AÇORES

O paraíso? É aqui.
O fogo? Quase se vê...
Ouve-se na caldeira fervente.
É fim e é princípio
de toda a vida,
o magma incandescente.

Força telúrica, temível,
contida nesta beleza
que a cobre.
Sabe-se que existe;
mas quase se esquece
e mal se sente...

furnas, açores.
agosto de 89.

abril 04, 2009

DESCOBRIR - ABRIR - ABRIL

Meu corpo mar país
sofrendo
como antes
dores felizes
dum parto transmutação.

Abril, meu Abril,
sangrado de rosas e cravos,
tão novo e só...

...só de dentro para fora
Abril aberto:
além do mundo descobrindo...
descoberto!

Meu regresso.
Meu vibrante Lá.
Canção caravela
vela livre
que em Abril abriu
no coração
novo Universo.

lisboa.
30 de Abril de 1991.

3º Prémio no Concurso de Literatura e Artes Plásticas sob o tema "Os Descobrimentos Portugueses" promovido pelo C.C. Fonte Nova, com o apoio da Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, 1991.

janeiro 28, 2009

janeiro 14, 2009

LUSOFONIA e IDENTIDADE

por
Carminda H. Proença (Janeiro 2009). Publicado na Revista NOVA ÁGUIA, nº3 (1º semestre de 2009)

Para José Marinho e Agostinho da Silva há uma saída possível para a “era do vazio” em que vivemos (1). Uma etapa fundamental desse caminho é claramente apontada no Manifesto do Movimento Internacional Lusófono, nº 9, onde podemos ler:
“9 - …. Embora visemos em última instância transformar a sociedade, a nação e o mundo, sabemos que isso só é possível a partir da nossa própria transformação individual e do seu alastramento contagiante a outras transformações individuais. A este nível, de ninguém dependemos senão de nós mesmos e portanto tudo é desde já possível.”
Pois é. Na actual urgência de transcenção a questão que se coloca aos portugueses é a de busca da sua identidade essencial. Creio mesmo que

janeiro 13, 2009

Dalila Pereira da Costa escreveu sobre o livro "Aventuras do Ego de Todos Nós .... ":

"............... E me alegro de vê-la continuando esse trabalho (de todos nós), o mais difícil: a busca do nosso vero eu, o que nos dará , ou permitirá, o encontro de nosso anjo.
Gostei que tivesse escolhido para esta transferência simbólica, uma casa: que agora nenhum significado possui para nossos contemporâneos. E que tivesse valorizado com suas "neblinas", a cave. Onde reside a "Mãe Velha", sabedoria de origem, e suprema. Ajudando o ser vero a sair de todos os sucessivos, frustrantes e ilusórios caminhos por si criados. Até à libertação anceada na luz, na identidade encontrada: "conhece-te a ti próprio" - lema supremo.
Terra e céu foram creados no primeiro dia. Assim também por nós têm de ser conhecidos.
.........................................
Dalila Pereira da Costa
Porto, 7 de Dezembro de 2008 "

Obras de Dalila Pereira da Costa:
A Força do Mundo (1972)
Espirituais Portugueses Fundação Lusíada
Encontro na Noite , Lello e Irmão 1973
Duas epopeias das Américas (1974)
Introdução à Saudade (1976)
A Nova Atlântida, Porto, Lello e Irmão, 1977
A Nau e o Graal (1978)
O Esoterismo de Fernando Pessoa, Porto, Lello e Irmão, 1978
Orpheu, Portugal e o Homem do Futuro, Porto, 1978,
A cidade e o rio (1982 )
Elegias da terra-mãe (1983)
Da Serpente à Imaculada (1984)
Místicos Portugueses do século XVI (Lello & Irmão, Porto, 1986)
Gil Vicente e a sua Época, Guimarães Editores, 1989
Os sonhos: porta de conhecimento (1991)
Hora de Prima, Lisboa, Fundação Lusíada, 1993
O novo argonauta (E a Ilha Firme) (1996)
Entre desengano e esperança: ensaios portugueses (1996)
D. Sebastião, El-Rei ungido: Rei eleito (1996)
Os instantes nas estações da vida (1999)
Dos mundos contíguos (1999)
Mensagens do Anjo da Aurora, Hugin Editores
Entre Desengano e Esperança, Lello Editores
As Margens Sacralizadas do Douro através dos Vários Cultos, Lello Editores, Porto, 2006

Sobre esta autora:
"Dalila Pereira da Costa e as Raízes Matriciais da Pátria", Lisboa, Fundação Lusíada, 1998

dezembro 30, 2008

António Telmo comenta Carta de Natália a Leonardo, por Carminda H. Proença

António Telmo (1) escreveu acerca da Carta de Natália a Leonardo, por Carminda Proença:

"Li maravilhado a sua carta ao Leonardo.
É muito bela, mas muito inteligente no modo como compreende a Adoração.
É muito inteligente, mas muito bela no modo como envolve a compreensão nas palavras que fazem ver.
Muito obrigado."
Estremoz 29 de Dezembro de 2008

(1) Professor e filósofo, tem-se dedicado a estudos de esoterismo, filosofia e tradição portuguesa ao longo da sua vida. É um dos continuadores do movimendo da «Filosofia Portuguesa» fundado por Álvaro Ribeiro.

Bibliografia:
Arte Poética
História Secreta de Portugal
Gramática Secreta da Língua Portuguesa
Desembarque dos Maniqueus na Ilha de Camões
Filosofia e Kabbalah
O Bateleur
O Horóscopo de Portugal, Contos.
---------------------------------------------------------------------

"Carta de Natália a Leonardo Coimbra" por Carminda H. Proença

publicada na Revista NOVA ÁGUIA, nº3 (1º semestre de 2009)

Escrita a  propósito de “A Verdade do Amor/Adoração-Cânticos de Amor”, António Telmo/Leonardo Coimbra. Editora Zéfiro, 2008

Ver o comentario de Antonio Telmo

"Natália escreve a Leonardo (condoída pela tristeza em que ele ficou com a partida dela para o Brasil).

Meu muito querido e amado amigo
Eu não sou senão o teu amor impossível. Aproximo-me de ti, meu amado, para logo me afastar e nesse vai e vem que nunca acaba te trago comigo e em mim, para sempre te devolver a ti mesmo…
As tuas palavras doces e apaixonadas têm o condão de reacender as brasas adormecidas nas caves do meu ser em labaredas iluminantes!
A tua Alma enfeita-me de mil harmonias e procura então em mim a perfeição que busca de si mesma.
Um dia descobrirás que quando me procuras o que de mais real encontras é o que existe no meio de nós dois…
Depois desse dia não mais precisarás de me ver com os olhos do corpo nem sequer de me tocar pois jorrará de ti mesmo tudo o que agora em mim desesperadamente e apaixonadamente procuras!
Mas… meu amor, nesse próprio instante, nunca como antes eu estarei tão perto e tão amante!
E muito mais do que antes, meu amado, será estreito o nosso abraço. Tão estreito quanto a união no Amor Maior dessa outra Presença em que nos descobriremos!
Pois nada, ninguém, nem nós mesmos, tem poder para separar o que desde sempre é Um só.
A ti, meu amado amigo, volto de novo e de novo me afasto para que esta tua e minha busca assim se cumpram, até encontrarmos a Verdade d’Aquele a quem sempre procuramos, pois essa é “A Verdade do Amor”!
Descobriremos então nossos verdadeiros e mais íntimos talentos e nos tornaremos com eles criativos e férteis. Serei a tua eterna musa e tu serás o eterno trovador cujas palavras de amor incendeiam sem destruir, antes aquecem e iluminam a alma de quem as ouve...
Os frutos dessa obra fértil saciarão corpos e almas, prenhes que serão do próprio Amor Vivo!
Mesmo quando te pareça que me afasto de ti verás que dentro de ti mesmo continuarão os riachos frescos a correr e a águia a voar no alto dos montes verdejantes e floridos.
De dentro de ti jorrará a alegria dos mais belos cantos e sem perceberes quem te conduz dançarás todo inteiro em movimentos suaves…
Cantarás sem saber como nem o quê e a tua voz será nova e cristalina.
Pois o que dança e canta em ti é a tua Alma renascida, ressuscitada pelo Sopro do Amor!
O que dança e canta em nós, qual bailado de Alma, é o próprio Amor Vivo, meu amor, meu amado Amigo, meu eterno companheiro de Caminho….

Por ora, é neste vai e vem feito de mágoas e alegrias que o impulso da busca se renova e o eixo interno de ser se constrói, consciente.
Quando te despedires da tua amada no cais das ilusões, milagre dos milagres de um novo Amor, descobri-la-ás com o outro olhar, vê-la-ás despida de trajes enganadores e efémeros, brilhante de luz:
- Minha senhora de luz! – exclamarás, prostrando-te em “Adoração”. - De ti recebo o fruto que em ti gerei e agora se me revela como “A Verdade do Amor”. Dele comungo e a Ele me entrego totalmente. A Ti reconheço como todas as mulheres que amei, amo e amarei, pois sei agora que nelas é este Amor quem procuro.
Mulher de todas as Mulheres, Senhora de Luz, perante Ti me ajoelho, Admirável, que tal Fruto me ofereces.
A Ele me rendo sem restrições nem medos, todo me submeto na esperança de que por Ti n’Ele possa renascer mais Vivo…
Ao meu lado estará a minha eterna musa que comigo e em mim em frutos de Bem se desmultiplicará pela Tua Graça!
Lembro agora que, milagre dos milagres, foste Tu Amor que até mim a trouxeste e ma deste a conhecer. E eu, cegado ainda pelos olhos do corpo, não conseguia nela encontrar o que afinal em mim mesmo desde sempre pressenti…

Longo caminho percorremos juntos, meu amado amigo, até podermos olhar-nos com os olhos da alma, sentirmos com os seus sentidos e nela nos tornarmos férteis, fiéis que somos do Amor que entre nós vive.
Ao seres capaz de aceitar-te imperfeito que és, e me aceitares imperfeita que sou, o teu olhar se estenderá mais Além e mais Alto... Reconhecerás que é no que une as nossas almas, que habita Aquele que as pode saciar...
Então, qualquer que seja o nome que lhe dês, terás encontrado O que desde sempre procuras.
Agora, que ao vermo-nos vemos, sabemos finalmente que foi Ele que desde sempre nos guiou um para o outro do mais fundo de nós mesmos, onde habita.
Partindo pedra por pedra dos nossos ossos para esculpir-nos de novo. Rasgando veredas no deserto ressequido dos nossos corpos, deixando-os em carne viva manchada de sangue rubro!
Até que, pelo Sopro da Vida, leves e alegres rejubilemos eternamente num bailado cristalino de alma nossa...
Natália"

Sesimbra, 1 de Dezembro de 2008

dezembro 23, 2008

Feira de Solidariedade RASTRILLO 08

Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens Novo Futuro promoveu a feira anual de solidariedade no Centro de Congressos de Lisboa no final do mês de Novembro. Ocasião de partilha e convívio entre todos os que apoiam esta causa e onde foi apresentado este livro, tendo sido oferecido pela autora ao Prof Marcelo Rebelo de Sousa.

dezembro 16, 2008

Inauguração da Livraria Café Nova Águia e sedes do MIL e da Associação Agostinho da Silva, no Second Life

Ver video da inauguração, no dia 10 de Dezembro de 2008, em http://www.vimeo.com/2656643

Correu muito bem excedendo todas as expectativas em participação, tendo-se prolongado numa verdadeira tertúlia por mais de uma hora num animado diálogo com contributos e perguntas muito interessantes. Uma experiência que mostra as potencialidades positivas da comunicação virtual no ambiente do second life.
Mais tertúlias se seguirão neste espaço lindíssimo e acolhedor da Livraria Café Nova Águia, para as quais estão todos convidados, claro. Vai um cházinho virtual à lareira em conversa vadia, ouvindo o Prof. Agostinho?

Avatar CarmindaProenca Magic


agosto 08, 2008

Carta de ANTÓNIO TELMO 

professor e filósofo, tem-se dedicado a estudos de esoterismo, filosofia e tradição portuguesa ao longo da sua vida. É um dos continuadores do movimendo da «Filosofia Portuguesa» fundado por Álvaro Ribeiro:

Foto: Renato Epifâneo, ANTÓNIO TELMO e Carminda Proença.

"Minha estimada Amiga
Só agora lhe escrevo, porque na verdade também só agora li o seu muito inteligente (e gracioso) livro Aventuras de Ego de Todos Nós no Misterioso Reino da Consciolândia”.
Só agora, nestes dois últimos dias, o li porque, quando estou escrevendo um livro (que finalmente acabei), perturba-me qualquer outra leitura que não seja a que leio no espelho do meu espírito.
Mas o seu livro é de uma tal graciosidade a tratar de tão sérios assuntos, aprende-se tanto com ele, lê-se com tanto prazer que tenho algum remorso de não o ter lido mais cedo. Havemos de nos encontrar de novo, talvez em Sesimbra em futuras reuniões culturais. Sesimbra é a minha segunda Terra. Sinto-me renovado quando a revisito"
O livro que António Telmo estava a escrever é "A Verdade do Amor", sobre a vida e obra de Leonardo Coimbra que foi apresentado em Sesimbra em 15 de Novembro de 2008.

julho 23, 2008

Maria Flávia de Monsaraz

" Este seu Livro "de todos nós" há muito já tardava em chegar...
É sempre uma grande alegria e penso que até os próprios anjos se regozijam, quando alguém assume exprimir a Verdade profunda da sua Alma!
Congratulo-me consigo nesta jornada fraterna de Auto-Conhecimento pelos Ciclos da Vida!
Um grande Abraço
"Na União das Almas pela Luz da Consciência"
Maria Flávia de Monsaraz "

junho 15, 2008

Agostinho da Silva e Sesimbra, onde foi escrito este livro

Diz António Quadros que Agostinho da Silva "visiona a Humanidade em marcha para o reino da fraternidade universal e do amor, para o advento de uma sociedade verdadeiramente humana...", "... do Espírito da Verdade, o qual garantirá a expressão e o livre desenvolvimento de todos os valores, a justiça, a liberdade, a paz."
Agostinho da Silva teve a ideia de fazer em Sesimbra um género de universidade aberta ou centro de estudos sesimbrenses, onde "conversas" substituiriam as "lições", e que seriam dadas ao ar livre e em lugares emblemáticos do concelho: Fortaleza de Santiago, Castelo, Lagoa, Cabo Espichel, etc.

Num breve ensaio dedicado a Sesimbra, "Projecto", que se manteve inédito até ser publicado em 2004 na revista "Sesimbra Acontece", Agostinho da Silva escreveu: "Vai, pois, o meu discurso, não àquele Portugal, e só esse vale a pena considerar, que inclui Corumbá na fronteira da Bolívia e Macau na fronteira da China, Lourenço Marques na fronteira da segregação e Chaves naquela fronteira que traçaram políticos esquecendo-se do preceito de que não separem os homens o que Deus juntou, mas ao Portugal que se concentra em Sesimbra, que em Sesimbra tem seu perfeito resumo com litoral de alcantil e praia, com seu castelo e seu porto, suas encostas e seus plainos, seus ocres e seus verdes, seu arreigamento no concreto e sua pronta partida para as nuvens, e que, dentro de Sesimbra, é ainda rijo núcleo em meus amigos de pesca ou pensamento, de mar ou alto, esses tais grandes em que o entusiasmo significa estar calmo e o cepticismo quer dizer, etimologicamente, não se cansar da busca."...."para lhes dizer que em Sesimbra devem surgir os primeiros núcleos em que o poder de criação que está oculto em Portugal desde o século XV desperte, ganhe forças e ajude a tirar Europa e América dos becos em que se meteram, os de se julgarem superiores, e ajudar a tirar pretos, amarelos e vermelhos dos outros becos, os de se julgarem inferores, em que a ciência volte a ser humana e de todos, como nas caravelas o foi; para lhes dizer que tem Sesimbra de pensar em que nunca mais portugueses deixem a sua terra, a não ser por franciscanamente o quererem, e que, fazendo-o, não apareçam em Paris ou Los Angeles como escravos que deles fazem os homens, mas com a fidalguia que Deus lhes deu ao nascerem. Que Sesimbra e os Amigos acordem e aprendam com quem vem e tem obrigação de ensinar o muito que ainda têm, temos de aprender; que despertem e insuflem na sensatez do mundo a loucura que lhe falta e exorcismem de vez as múmias da prudência, da sabedoria linfática e do deixa estar como está para ver como fica; e que ressuscitados eles próprios, passem a fazer de todo o emigrante um missionário daquela missão de tornar fraterno o mundo que Portugal não cumpriu outrora, peado como se encontrou por uma Igreja que só o Vaticano II passou a ver como história; por um sistema económico que só o socialismo liberal poderá mitigar e só a automação lançará também aos armazéns do passado; por um sistema político, o dos Césares de Roma, que só verdadeiramente poderá desaparecer do mundo quando renunciar cada homem a ser ele próprio, em sonho ou realidade, dentro de sua casa ou de sua nação, para seu empregado ou para seu cão, César pior que o de Roma."

maio 15, 2008

PREFÁCIO pelo Prof. Doutor PAULO BORGES

Professor de Filosofia na Universidade Clássica de Lisboa. Dedica-se ao estudo comparado das religiões e espiritualidades e ao diálogo inter-religioso. Presidente da União Budista Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva. Autor de obras publicadas em vários países (www.pauloborges.net)
"Este livro é uma alegoria-roteiro de uma viagem possível na demanda e descoberta de quem somos. Não é assim menos do que um convite a essa aventura que move desde tempos imemoriais o mais íntimo do espírito humano e de onde resulta o melhor que nos oferecem as tradições e sabedorias planetárias, a religião, a arte, a filosofia e a ciência. Um convite à única aventura que pode dar sentido pleno à vida e sem a qual esta se arrisca a degradar-se em mera sobrevivência, conflito e distracção, diversas formas de passarmos ao lado de nós mesmos, inconscientes das possibilidades superiores que se nos oferecem pelo simples facto de estarmos vivos.
Esta aventura é algo a que a autora, pela sugestão de percurso que aqui nos oferece, mostra já de há muito haver correspondido, conhecendo bem as divisões, níveis e caminhos desta casa pluridimensional e aberta do ser e consciência que somos. Este livro é assim também o fio de Ariadne de que nos fala, permitindo-nos uma orientação na busca de explorar e iluminar as dimensões mais recônditas de nós mesmos.
No tecer desse fio entrecruza-se a experiência pessoal da autora, entretecida com a que lhe provém de sabedorias e saberes vários, antigos e modernos, com destaque para várias correntes da psicologia contemporânea. Fascina a clareza e a criatividade imaginativa com que traduz tudo isso num conto apto a ser lido por pessoas de várias gerações e formações culturais, com o prazer e facilidade de quem lê a mais proveitosa e exemplar das histórias: a nossa própria história.
Por todos estes motivos estamos perante uma obra cuja importância é simultaneamente intemporal, pois versa sobre isso mesmo que desde sempre cada homem, consciente ou inconscientemente, busca – saber quem é - , e actual, pois corresponde à marcada acentuação, nos nossos tempos de crise e incerteza, da necessidade de um conhecimento experimental da nossa interioridade. Com efeito, parece definitivamente frustrada a expectativa de que a felicidade, que todos os seres naturalmente buscam, possa provir do mero progresso material, científico e tecnológico, sem que isso se acompanhe duma simultânea e mais empenhada busca do conhecimento de si por si mesmo.
Esta obra de Carminda Hipólito Proença é assim um serviço prestado a todos nós e à causa maior da evolução da consciência. Por ela, o nosso sincero “Bem haja !”.
Paulo Borges

LANÇAMENTO BULHOSA em 5.6.08 pelo Prof. Doutor VICTOR RODRIGUES

Presidente da ALUBRAT e da EUROTAS (Europian Transpersonal Association):
"...este livro elucida de uma maneira extremamente ambiciosa mas muito conseguida todo um percurso pelos diferentes níveis do ser humano... fala das aventuras de descoberta de cada um de nós, de cada ser humano, que se podem viver quando nos alargamos para além dos limites habituais da nossa identidade... e a maneira extremamente clara como há uma elucidação dos níveis de ser que nós podemos encontrar...dos níveis inconscientes mais ou menos profundos, as caves, e os níveis inconscientes dos andares superiores, da transcendência face à nossa identidade até mesmo como seres humanos... uma identidade cósmica... fala de um estado da humanidade não actual mas futuro... isto aponta também para uma experiência mística... quando numa busca de transcendência o ser humano vai para além dos domínios ditos psíquicos"
Clique aqui, faça download e ouça toda a intervenção do Prof. Vitor

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Ele é também seu, Heróis que Todos Nós somos na caminhada da Vida...
Aguardo a sua participação, comentários, opiniões e relatos :)
Neste blog podemos conversar sobre o livro "Aventuras de Ego de Todos Nós no Misterioso Reino da Consciolândia" e todos os temas nele abordados ou com eles relacionados, tais como o processo de auto conhecimento psicológico e espiritual na busca do que é "ser humano".
Essa viagem interior e oculta é aqui apresentada alegoricamente de forma divertida e acessível ao publico em geral como a estória das aventuras do Herói Ego de Todos Nós.
Ele viaja por dentro de Simesmo e ao encontrar-se com as forças que o habitam aprende a conhecê-las uma a uma podendo conquistar a sua identidade de Ser Humano completo, consciente de que é corpo, psique, alma e espírito.
Ao escrever este livro baseei-me na teoria do Processo de Individuação de Carl Gustav Jung, na minha experiência profissional enquanto formadora e terapeuta e no meu próprio percurso pessoal.
A leitura deste livro dirige-se a pessoas de várias gerações e formações culturais interessadas num processo de auto conhecimento e de desenvolvimento enquanto seres humanos.
Tem também especial interesse numa perspectiva transpessoal do estudo da consciência e dos caminhos da espiritualidade, bem como para professores, alunos e profissionais das áreas da psicologia, da educação, da filosofia e da espiritualidade.