junho 09, 2011

V I B R A Ç Õ E S


   As palavras
   são vibrações.
   Como os silêncios.
   Só valem
   pelo seu eco
   no mais fundo de nós.
   Ressonâncias que somos
   em tubos
   de um mesmo orgão.

   Palavras e silêncios.
   Sons e pausas
   de uma única harmonia:
   o fluir
   da energia da Vida.


                           Carminda Proença
                           lisboa, 6h. 10 de setembro de 1990





A U T O C R I A Ç Ã O


Divisão interior.
Cisão esquizóide.
Que ao tocar-se, dói
ao tocar, se dói.

Atravessar a experiência
da divisão
pelo buraco negro do Universo
simétrico
na esperança de sair inteiro,
de ser de novo Um.

Aceitar a experiência
crística
de retorno ao Todo
atravessando a morte.

Aceitar o não ser mais
para Ser de novo.
Dualidade do ser e do não ser.
Dualidade do ser e do Ser.

Processo a fazer-se
por dentro
enquanto se vive.

Processo a fazer-se
na morte
(se morrer se souber...)

Autocriação. Cura.

Entender
aceitar a morte vivendo,
é viver.
O resto...
é viver morrendo.

Carminda Proença                 
13,30h, 27 de junho de 1990

VIAGEM AO CENTRO DE MIM


"A busca de quem somos na distância de nós"
                          Fernando Pessoa

   Eu fiz uma viagem
   no interior de mim
   e encontrei-me em ti.

   Procurei conhecer-me
   na distância de mim
   e descobri-me em ti.

   No regresso, conheci-me outra.
   E, pela primeira vez,
   gostei de mim.

   Eu fiz uma viagem
   na distância de mim,
   e inteira fiquei
   na memória que de mim encontrei.
                                   
     Carminda Proença        
     lisboa, 8 e 28 de fevereiro de 1990

A B E R T U R A

O paraíso?   É aqui.
O fogo? Quase se vê...
Ouve-se na caldeira fervente.
É fim e é princípio
de toda a vida,
o magma incandescente.

Força telúrica, temível,
contida nesta beleza
que a cobre.
Sabe-se que existe
mas quase se esquece
e mal se sente...

                          Carminda Proença
                          furnas, açores.
                          agosto de 89.

maio 10, 2011

ENFRENTAMOS O ADAMASTOR !

Um punhado de homens numa minúscula caravela…
Ambiciosos? Bravos? Sonhadores? Um pouco disso tudo.
E conseguimos. Fomos mais além e sobrevivemos. Fizemos erros. Acrescentámos bem ao mundo. Descarrilámos. Aprendemos um pouco mais. Não tudo o que precisamos ainda, hélas!
Aqui e agora a lição do Adamastor é a Dona Branca do capital global operando a

abril 15, 2011

2012 não é o fim do mundo, é o começo de uma nova era


O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel,  Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 graus de Touro - , e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, de Aquário, etc).
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um

abril 14, 2011

Consciência separativa versus Consciência unitiva

Artigo publicado na revista Cadernos de Filosofia Extravagante, nº 5 - Março de 2015

  A passagem da consciência separativa para a consciência unitiva sempre foi um importante desafio evolutivo da humanidade e parece agora mais do que nunca estar a generalizar-se de forma muito rápida.
  Ao longo da existência humana esse progresso, essa passagem, essa abertura da consciência à realidade una da criação foi sempre sublinhada por aqueles que eram reconhecidos como seres de excepção, iluminados, santos, mestres, gurus.
  Neste espaço tempo particular que é o planeta Terra no conjunto do universo, neste aqui agora da caminhada colectiva da humanidade, essa nova expansão da consciência - em direcção ao ponto ómega, como lhe chamou Teillard de Chardin - aparece cada vez mais evidente pela

Carta Aberta de Uma Mulher Portuguesa

  Mais do que nunca como agora a humanidade está a tomar consciência de que ou se une fraternamente na essência da sua verdadeira condição de irmandade ou caminhará para a destruição.
É uma escolha urgente e abrangente de cada pessoa, cada grupo, cada nação, cada continente, Todos Nós. É a maré cada vez mais visível deste Agora Humano e quem contra ela resistir será levado nas águas deste global tsunami evolutivo.
Não há mais lugar para poderes ao serviço de uns em detrimento de outros. O desafio colectivo agora é

abril 03, 2011

THE TWELFTH INSIGHT - The Hour of Decision by James Redfield

Resumo do ultimo livro da série Profecia Celestina que trata da Expansão da Consciência pela INTEGRAÇÂO dos Olhares (Insights)

1º Insight - INTEGRAÇÃO: Sincronicidades
Sustentar o fluxo sincronístico mantendo presente a expectativa de que as Sincronicidades aconteçam.

2º Insight - INTEGRAÇÃO: Conversas Conscientes
Dizer a Verdade aos outros sobre a nossa busca espiritual sem manipulações nem mentiras.
Encontrar Verdades mais abrangentes através de Conversas Conscientes, mesmo em partilhas discordantes e difíceis.
Empenharmo-nos em estar ao Serviço.

março 30, 2011

"Sheikh Sarrazi Chega do Deserto" - Rumi, in "A Alma de Rumi" (no original:
THE SOUL OF RUMI, tr. Coleman Barks - New York: HarperCollins, 2001 - pp.
247-48.)

Há alimentos como
o pão que alimenta uma parte
da nossa vida e alimentos como a luz para a outra.
Há muitas regras sobre a frugalidade
com os primeiros,
mas apenas uma regra sobre os segundos:
nunca te dês por satisfeito.
Come e bebe da substância da alma,
tal como faz o pavio com o azeite que puxa para cima:
Dá luz a toda a comitiva.

(Tradução de Rui G. Souto)

janeiro 06, 2011

Sobre o amor

Pela primeira vez não concordo com o pensamento do dia de Omraam Mikhaël Aïvanhov (1) pois acredito que amar é também aceitar todos os "lixos" acumulados por baixo dos tapetes e nas caves de ser, com total noção (awareness) de que Todos Nós os temos.
Amarmo-nos e amar os outros é estar próximo mesmo na distancia de espaço e tempo, apesar e com tudo o que somos. Pois o amor não tem espaço nem tempo nem limites nem julgamentos nem "ses", nem expectativas...
É eterno, incondicional, total, compassivo. Oferece-se a quem a Ele se abre e O acolhe.
Á medida que cresce em nós vai ocupando todos os recantos do nosso ser... e nada mais nos faltando, mesmo assim, continuaremos a amar porque Ele simplesmente flui entre nós.
E os "lixos"? - perguntaremos. Mesmo continuando a existir, inerentes que são à densidade corporal da condição humana, tornar-se-ão claros à nossa consciência como forças básicas que ajudam a lidar com os assuntos da materialidade. Assim integrados na nossa condição de “seres amantes” deixarão no entanto de assumir o controlo das nossas acções ao serviço do ego.
A imagem da fonte que corre, essa sim, é linda e representa bem na nossa imaginação o fluir de amor. Por isso a destaquei com um espaço do resto do texto.
Carminda Proença

(1) Pensamento de 5ª feira 6 de Janeiro de 2011 Obras de Omraam Mikhaël Aïvanhov: www.prosveta.com
"Guardai preciosamente na vossa alma a imagem de uma fonte a
correr, para nunca deixardes secar em vós a fonte da vida. E,
para fazer correr a fonte, é preciso amar. Evidentemente, vós
direis que amais e que toda a gente ama. Sim, mas que amor é
esse? Um amor que vos faz sofrer.
Aquele que possui a ciência do verdadeiro amor está
continuamente inspirado, dilatado, vive na poesia, na beleza,
porque aprendeu a amar todas as criaturas humanas.

Mas ama-as de longe, pois sabe que, se se aproximar muito, ficará desiludido,
e, como não quer ficar desiludido, mantém as distâncias; então,
quer essas criaturas manifestem bondade, generosidade,
fidelidade, quer não, ele vive maravilhado. Por isso, a todos os
que se queixam de ter ficado desiludidos com aqueles que amam,
podemos responder: «A culpa é sua, você quis aproximar-se
demasiado e, evidentemente, o que viu não é famoso: caves com
mofo e teias de aranha, pântanos, terrenos cobertos de silvas e
espinhos... Era fatal você ficar desiludido.» Portanto, é isto:
se se quiser continuar a amar os homens e as mulheres e a ficar
maravilhado com eles, há que contemplá-los um pouco de longe."

The Power of Love

https://www.youtube.com/watch?v=S2rB38XIRz8

dezembro 05, 2010

O Desafio do Agora

A evolução não pára.
Cada Agora no Tempo e no Espaço traz à consciência humana um novo desafio. De crescimento. De expansão. De ascensão da sombra da não memória para a iluminação da consciência do ser. De transmutação da densidade que acumulámos na densificação progressiva do processo evolutivo, a caminho de uma nova transparência de luz cristalina.
É um trabalho alquímico do sentir da matéria para o sentir da energia, feito através

novembro 08, 2010

How to physically experience God's Divine Love

A Coluna de Luz da Presença Divina

Mantra LAYOOESH SHEKINAH (Leyoéch Checáina) (A Coluna de Luz da Presença Divina)

”O mantra Layooesh Shekinah é um pilar de luz protector e a luz guia do espírito. Emana do ofício de Shekinah e dos conselhos de luz.
Quando oramos pela luz da sabedoria, através do pilar de luz, todas as coisas que têm trabalhado contra a vestimenta do Espírito no reino da escuridão são superadas. O mantra Layooesh Shekinah dissolve todas aquelas coisas que têm trabalhado contra a linguagem do Espírito Santo e contra os 72 Nomes do Pai. O mantra Layooesh Shekinah age como um código que energiza os outros Pilares sustentadores da Árvore da Vida. O mantra Layooesh Shekinah energiza o poder de ascensão e descida da Divina Presença como o veículo usado para a intervenção e libertação Divina, quando ancorado como uma escada de luz com os Santos da Terra. O mantra Layooesh Shekinah é a ativação dos Portais de Luz e o código para o Êxodo superior - entre os mundos.” http://holistico.multiply.com/journal/item/327/

Quem sou eu?

"Será que quem diz «Eu...» sabe sempre, verdadeiramente, a quem se
refere? Quando diz «Eu estou... (doente ou com saúde, feliz ou
infeliz), eu quero... (dinheiro, um carro, uma mulher), eu
tenho... (determinado desejo, determinado gosto, determinada
opinião)», essa pessoa crê que se trata realmente dela, e é
precisamente aí que se engana.

janeiro 13, 2010

Experimente você mesmo!

Sinta-se Harry Potter e crie a sua poção mágica em realidade aumentada!

REALIDADE AUMENTADA: Investigação de ponta que expande o conceito de realidade e consciência dela

Lê-se em wikipedia uma pequena explicação do que se vêm designando por REALIDADE AUMENTADA:
"Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

julho 12, 2009

A Baía de Sesimbra e a Pedra Alta




Fotos e poema: Carminda H. Proença



“P E D R A    A L T A” (1)


Na praia
sentada na Pedra Alta
perguntei ao meu corpo:

"o que é que em mim é Terra?"
...Senti meu peso
na dureza da rocha fria
e minha própria solidez
ao tocá-la...

"O que é que em mim é Água?"
O barulho exaltado
duma emoção ondulada
a quietude tranquila
dum silencioso marulhar,
no interior de mim senti...

"O que é que em mim é Ar?"
Por cima da minha cabeça
vi meu pensamento partir,
turbilhar...
Senti na brisa leve e fresca
longínquas mensagens
acariciando minha pele
em íntimo diálogo...

Finalmente perguntei
ao meu corpo
(ansiosa por senti-lo):

"O que é que em mim é Fogo?"
Um suave incêndio
de pronto flamejou
e ao calor do sol
numa tocha ardente
toda me tornei...

"De onde vem tanta força?
Tanto poder?" Perguntei.

Por trás das pálpebras cerradas
tudo, de repente, se ilumina!
E do centro de mim
-cadinho alquímico-
é meu coração
quem responde...
"Da substância prima
do solvente Universal
do Caos que tudo cria...
...o Amor..."

(1) Poema recebido em 21 de Julho de 1993 sentada numa rocha da Praia de Sesimbra em dia de Sol quente, rocha que mais tarde soube ser chamada de “Pedra Alta” por nunca ser coberta de areia e onde se diz ter aparecido uma estátua do Senhor Jesus das Chagas, atual padroeiro de Sesimbra.


Eis a lenda (do blog  http://btrp.blogs.sapo.pt/2614.html):

"Senhor Das Chagas:

No séc. XVI houve uma revolta contra a igreja católica. Nessa altura a rainha mandou encaixotar todas as imagens que estavam nas igrejas e deitá-las ao mar.
Arrastados pelas correntes os caixotes foram levados mar fora e foram ter aos sítios mais diversos. Um deles veio ter à praia de Sesimbra.
Estavam alguns pescadores à beira mar quando viram aquele caixote a boiar junto à pedra que fica do lado nascente da fortaleza.
Trouxeram-no para a praia, abriram-no e viram uma imagem de Jesus Cristo e Ficaram muito admirados sem saberem o que fazer com ela.
Pensaram um pouco e trouxeram-no para o terreiro da Misericórdia, onde hoje em dia é o jardim, mas não tinham sítio onde o colocar. A imagem não ia ficar no chão, nem à chuva nem ao vento, por isso resolveram levantar uma tenda e fingir que aquilo era uma pequena capela, pois um dia far-se-ia uma a sério.
Todos repararam que faltava um braço à imagem, mas também sabiam que no caixote não estava. E a imagem continuou assim na pequena capela improvisada onde toda a gente ia venerá-la. Ora era costume, e ainda hoje há quem o faça, ir à praia buscar lenha para levarem para a lareira. Naquele dia, uma velhinha apanhava uns pequenos troncos na praia. Ao chegar a casa colocou os troncos no braseiro e sentou-se ali ao pé para se aquecer.
Começou a reparar que toda a madeira ardia menos aquele tronco mais grosso. A ele nem o lume chegava perto.
Intrigada pegou nele e mirou-o com atenção. Viu, então, que aquele pedaço de madeira tinha a forma de um braço.
Correu até à capela, mostrou-o ao padre e concluíram que aquele tronco especial era realmente o braço da imagem do Senhor Jesus.
Todos gritaram “milagre”, prometeram fazer todos os anos uma festa em honra do Senhor e mandaram edificar a capela da Misericórdia onde fizeram um altar para colocar a imagem do Senhor Jesus das Chagas
Todos os anos no dia 4 de Maio faz-se uma procissão que atravessa as ruas da vila de Sesimbra e que no largo da Marinha abençoa o mar para que este nunca falte com o peixe que era, até há poucos ano, o principal sustento das gentes de Sesimbra.»

A b e r t u r a

POEMA escrito nos AÇORES

O paraíso? É aqui.
O fogo? Quase se vê...
Ouve-se na caldeira fervente.
É fim e é princípio
de toda a vida,
o magma incandescente.

Força telúrica, temível,
contida nesta beleza
que a cobre.
Sabe-se que existe;
mas quase se esquece
e mal se sente...

furnas, açores.
agosto de 89.

abril 04, 2009

DESCOBRIR - ABRIR - ABRIL

Meu corpo mar país
sofrendo
como antes
dores felizes
dum parto transmutação.

Abril, meu Abril,
sangrado de rosas e cravos,
tão novo e só...

...só de dentro para fora
Abril aberto:
além do mundo descobrindo...
descoberto!

Meu regresso.
Meu vibrante Lá.
Canção caravela
vela livre
que em Abril abriu
no coração
novo Universo.

lisboa.
30 de Abril de 1991.

3º Prémio no Concurso de Literatura e Artes Plásticas sob o tema "Os Descobrimentos Portugueses" promovido pelo C.C. Fonte Nova, com o apoio da Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, 1991.

janeiro 28, 2009

janeiro 14, 2009

LUSOFONIA e IDENTIDADE

por
Carminda H. Proença (Janeiro 2009). Publicado na Revista NOVA ÁGUIA, nº3 (1º semestre de 2009)

Para José Marinho e Agostinho da Silva há uma saída possível para a “era do vazio” em que vivemos (1). Uma etapa fundamental desse caminho é claramente apontada no Manifesto do Movimento Internacional Lusófono, nº 9, onde podemos ler:
“9 - …. Embora visemos em última instância transformar a sociedade, a nação e o mundo, sabemos que isso só é possível a partir da nossa própria transformação individual e do seu alastramento contagiante a outras transformações individuais. A este nível, de ninguém dependemos senão de nós mesmos e portanto tudo é desde já possível.”
Pois é. Na actual urgência de transcenção a questão que se coloca aos portugueses é a de busca da sua identidade essencial. Creio mesmo que

janeiro 13, 2009

Dalila Pereira da Costa escreveu sobre o livro "Aventuras do Ego de Todos Nós .... ":

"............... E me alegro de vê-la continuando esse trabalho (de todos nós), o mais difícil: a busca do nosso vero eu, o que nos dará , ou permitirá, o encontro de nosso anjo.
Gostei que tivesse escolhido para esta transferência simbólica, uma casa: que agora nenhum significado possui para nossos contemporâneos. E que tivesse valorizado com suas "neblinas", a cave. Onde reside a "Mãe Velha", sabedoria de origem, e suprema. Ajudando o ser vero a sair de todos os sucessivos, frustrantes e ilusórios caminhos por si criados. Até à libertação anceada na luz, na identidade encontrada: "conhece-te a ti próprio" - lema supremo.
Terra e céu foram creados no primeiro dia. Assim também por nós têm de ser conhecidos.
.........................................
Dalila Pereira da Costa
Porto, 7 de Dezembro de 2008 "

Obras de Dalila Pereira da Costa:
A Força do Mundo (1972)
Espirituais Portugueses Fundação Lusíada
Encontro na Noite , Lello e Irmão 1973
Duas epopeias das Américas (1974)
Introdução à Saudade (1976)
A Nova Atlântida, Porto, Lello e Irmão, 1977
A Nau e o Graal (1978)
O Esoterismo de Fernando Pessoa, Porto, Lello e Irmão, 1978
Orpheu, Portugal e o Homem do Futuro, Porto, 1978,
A cidade e o rio (1982 )
Elegias da terra-mãe (1983)
Da Serpente à Imaculada (1984)
Místicos Portugueses do século XVI (Lello & Irmão, Porto, 1986)
Gil Vicente e a sua Época, Guimarães Editores, 1989
Os sonhos: porta de conhecimento (1991)
Hora de Prima, Lisboa, Fundação Lusíada, 1993
O novo argonauta (E a Ilha Firme) (1996)
Entre desengano e esperança: ensaios portugueses (1996)
D. Sebastião, El-Rei ungido: Rei eleito (1996)
Os instantes nas estações da vida (1999)
Dos mundos contíguos (1999)
Mensagens do Anjo da Aurora, Hugin Editores
Entre Desengano e Esperança, Lello Editores
As Margens Sacralizadas do Douro através dos Vários Cultos, Lello Editores, Porto, 2006

Sobre esta autora:
"Dalila Pereira da Costa e as Raízes Matriciais da Pátria", Lisboa, Fundação Lusíada, 1998